domingo, 26 de outubro de 2008
Palíndromos
Palavras Que Tem o Mesmo Sentido Lidas Normalmente e de Trás Para Frente
A babá baba
A base desatola calotas e desaba
A base do teto desaba
A bola da loba
A breve verba
A camarada ia dar a maca
A cara rajada da jararaca
A cutucada cutuca
A cera causa a sua careca
A cobaia vai à boca
A comadre herda moça
Acorde, Pedroca
A dama amada
A dama cai acamada
A dama gamada
Adias a saída
A dica é ácida
A diva em Argel alegra-me a vida
A dose de soda
A droga da gorda
A droga do dote é todo da gorda
Afaga pá e apaga fã
Agora sua causa roga
A grama é amarga
Ah! Na manhã...
Aí, é legal, a geléia
Aí rufa a fúria
A lama da mala
Alê e ele mamam ele e ela
Ali ela vacila e ali cava, Leila
Ali vai fama da máfia vilã
Alô, bola!
A maca adia a ida à cama
Amada dama, o dia cai. Dia caído, amada dama
A mala nada na lama
Amar a muda duma rama
À margem metem e remetem-me grama
A Marta trama
A matuta má
Ame a ema
Ame o poema
Ame o povo, poema
A moda doma
A moderada mãe é amada redoma
A morte do galo no lago de Troma
Anilina
Anis é resina
Anita se desatina
A nota é atona
Anotaram a data da maratona
Anotaram a maratona
A porta rangia à ignara tropa
Após a sopa
A rara arara
Arca sacra
Argamassa magra
A base desatola calotas e desaba
A base do teto desaba
A bola da loba
A breve verba
A camarada ia dar a maca
A cara rajada da jararaca
A cutucada cutuca
A cera causa a sua careca
A cobaia vai à boca
A comadre herda moça
Acorde, Pedroca
A dama amada
A dama cai acamada
A dama gamada
Adias a saída
A dica é ácida
A diva em Argel alegra-me a vida
A dose de soda
A droga da gorda
A droga do dote é todo da gorda
Afaga pá e apaga fã
Agora sua causa roga
A grama é amarga
Ah! Na manhã...
Aí, é legal, a geléia
Aí rufa a fúria
A lama da mala
Alê e ele mamam ele e ela
Ali ela vacila e ali cava, Leila
Ali vai fama da máfia vilã
Alô, bola!
A maca adia a ida à cama
Amada dama, o dia cai. Dia caído, amada dama
A mala nada na lama
Amar a muda duma rama
À margem metem e remetem-me grama
A Marta trama
A matuta má
Ame a ema
Ame o poema
Ame o povo, poema
A moda doma
A moderada mãe é amada redoma
A morte do galo no lago de Troma
Anilina
Anis é resina
Anita se desatina
A nota é atona
Anotaram a data da maratona
Anotaram a maratona
A porta rangia à ignara tropa
Após a sopa
A rara arara
Arca sacra
Argamassa magra

MANDALA
Se fosse eu, mandá-la-ia
comprar flores e alecrim
para afastar coisa ruim
mandá-la-ia levar sal grosso
tomar as dores de Dolores
usar colares no pescoço
levar tudo, até o almoço
e um pé-de-cabra por precaução
Comeria tudo, deixaria o osso
evitaria o sal, pois a pressão
Se fosse você, mandá-la-ia
procurar um chinês e virar a esquina
comprar uma dúzia de coxinhas
no seu Zé, da padaria
embrulharia em papel de pão
dormiria no colchão
e abriria o portão
para o fusquinha estacionar.
ADJETIVOS
a cerveja gelada
a multidão apertada
a mão suada
a janela quebrada
a flor regada
a mulher maquiada
a mãe cansada
avó malvada
a titia engraçada
a vizinha safada
a geladeira enguiçada
a torneira enferrujada
a galinha depenada
a bicicleta encostada
a casa pintada
a boneca jogada
a merda pisada
a grama cortada
a cueca pendurada
a tábua lixada
a rua interditada
a chuva chegou
a cerveja esquentou
a multidão sumiu
a mão secou
a janela fechou
a flor murchou
a mulher correu
a mãe cansou
a avó xingou
a titia riu
a vizinha se escafedeu
a geladeira pifou
a torneira alguém trocou
a galinha morreu
a bicicleta caiu
a casa desbotou
a boneca alguém pegou
a merda a água levou
a grama cresceu
a cueca o vô vestiu
a tábua empenou
a rua inundou
a cerveja gelada
a multidão apertada
a mão suada
a janela quebrada
a flor regada
a mulher maquiada
a mãe cansada
avó malvada
a titia engraçada
a vizinha safada
a geladeira enguiçada
a torneira enferrujada
a galinha depenada
a bicicleta encostada
a casa pintada
a boneca jogada
a merda pisada
a grama cortada
a cueca pendurada
a tábua lixada
a rua interditada
a chuva chegou
a cerveja esquentou
a multidão sumiu
a mão secou
a janela fechou
a flor murchou
a mulher correu
a mãe cansou
a avó xingou
a titia riu
a vizinha se escafedeu
a geladeira pifou
a torneira alguém trocou
a galinha morreu
a bicicleta caiu
a casa desbotou
a boneca alguém pegou
a merda a água levou
a grama cresceu
a cueca o vô vestiu
a tábua empenou
a rua inundou
Eu ViDo sofá-cama, eu vi:
guarda-chuvas abertos
depois da chuva, o arco-íris
no criado-mudo, o relógio: meio-dia!
Papa-Léguas começa à uma
Pica-Pau vem depois, às duas
no mercado vi couve-flor,
saca-rolhas e vinho
vi uma tela, obra-prima
que linda cor, é azul-marinho?
ouvi um samba-enredo com meu tio-avô
numa sexta-feira vi um salva-vidas
um cavalo-marinho e uma estrela-do-mar
ontem prenderam Fernandinho Beira-Mar
Eu vi bóia-fria de bate-boca
passou um vira-latas num corre-corre
vi amigo-da-onça de bate-papo com o bicho-papão
sábado, 25 de outubro de 2008
Espirro
Passei horas aqui escrevendo e nada aconteceu a não ser um turbilhão de palavras que vinham em minha mente de forma crescente e ininterrupta como lampejos coloridos ofuscando a luz branca da tela do computador e o teclado com as letras saltintantes e os dedos ansiosos procurando cada uma de repente dá um branco e as letras se embaralham atrapalham o pensamento e as cores se confundem e os erros aparecem quando digito rapidamente
Passei horas aqui escrevendo e nada aconteceu a não ser um turbilhão de palavras que vinham em minha mente de forma crescente e ininterrupta como lampejos coloridos ofuscando a luz branca da tela do computador e o teclado com as letras saltintantes e os dedos ansiosos procurando cada uma de repente dá um branco e as letras se embaralham atrapalham o pensamento e as cores se confundem e os erros aparecem quando digito rapidamente

Meninas
Onde está o que estava aqui?
sumiu daqui e está lá
Onde é que estava, aqui ou lá?
Por que sumiu daqui?
Saiu alguma coisa do lugar!
Quem será que mexeu aqui?
sumiu daqui e está lá
Onde é que estava, aqui ou lá?
Por que sumiu daqui?
Saiu alguma coisa do lugar!
Quem será que mexeu aqui?
Caiu de cima do sofá
Quem será que deixou lá?
Nada está mais do jeito que estava
Onde será que foi parar?
Ué, cadê o meu colar?
Não sei, onde será que está?
Como é que foi parar do lado de lá?
Como é que você sabe?
Não sei, não fui eu!
Já estava aí
Será que eu enlouqueci?
Quem será que deixou lá?
Nada está mais do jeito que estava
Onde será que foi parar?
Ué, cadê o meu colar?
Não sei, onde será que está?
Como é que foi parar do lado de lá?
Como é que você sabe?
Não sei, não fui eu!
Já estava aí
Será que eu enlouqueci?

Anjo
As luzes as cores o som o grito as vozes o eco o tom o beijo o gosto o amargo o doce o azedo a foto o flash o berro o riso a fuga a festa a música o choro a dança o beijo o abraço o gosto a lágrima a mãe a bronca o pai o quarto a vó o bolo a ruga o choro o tempo o vento o céu a nuvem a chuva o pingo a água o frio o espirro a tosse a cama o cobertor a mãe o remédio o colo a febre a mãe o remédio o colo a canja o sono o frio a chuva o sol o céu o azul o calor a mãe o beijoterça-feira, 21 de outubro de 2008
E assim, tudo começou.
Meu marido e eu nos conhecemos na internet e lembro-me de ter recebido esse haikai bonitinho do Guilherme de Almeida, após nosso primeiro encontro. A partir daí, fiquei apaixonada.E cruzam-se as linhas
No fino tear do destino,
Tuas mãos nas minhas.
Papo Furado
Gente, essa internet é demais.
Estava procurando textos para postar sobre hai kai e achei esse site do Carlos Seabra.
Nele, entrei em Papo Furado, e as cores e as frases são muito interessantes.
Combinam, atraem, não dá vontade de parar.
Excelente, Seabra!
Estava procurando textos para postar sobre hai kai e achei esse site do Carlos Seabra.
Nele, entrei em Papo Furado, e as cores e as frases são muito interessantes.
Combinam, atraem, não dá vontade de parar.
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Hai Kai

O hai kai é um pequeno poema com uma métrica de três versos, de 5-7-5 sílabas, que surgiu no Japão no século 16. No século 20 disseminou-se por todo o mundo.
Matsuo Bashô (1644-1694), poeta japonês foi o criador do mais famoso de todos os haikai:
velho lago
mergulha a rã
fragor d'água
mergulha a rã
fragor d'água
Uma terceira forma de praticar o haikai no Brasil é a que não julga necessária a métrica nem o uso sistemático de uma referência à estação do ano em que o poema foi composto. Aqui, os principais nomes são Paulo Leminski , Millôr Fernandes e Alice Ruiz.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Menina Encantada
Estava eu no Yahoo olhando meus e-mails e me deparei com uma notícia sobre um fenômeno da Internet chamada Mallu Magalhães e que me deixou muito curiosa.Essa menina tem 16 anos, canta e toca que é uma beleza! Que coisa mais linda!
Até baixei umas músicas dessa cantora-mirim mas com talento que muita gente grande não tem.
E chega de prosa, vamos ouvir a Mallu cantar!!!
Coisa de criança ou de gente grande?
Sou fã-nática por vídeos de animação, desenhos bem feitos, filmes infantis, essas coisas todas fofas que toda criança a-do-ra.
Achei esse lá no site O Velho. O vídeo chama-se "The Animals Save the Planet", da Animal Planet e educa crianças e muita GENTE GRANDE sobre as escolhas que fazemos em relação ao nosso meio ambiente.
Achei esse lá no site O Velho. O vídeo chama-se "The Animals Save the Planet", da Animal Planet e educa crianças e muita GENTE GRANDE sobre as escolhas que fazemos em relação ao nosso meio ambiente.
Pensamentos de uma camponesa, no corpo de uma mulher urbana

Estou inaugurando este Blog e ele é inteiramente dedicado ao meu marido, companheiro de todas as horas (nas melhores e nas piores) pois é quem escolhi para viver o resto dos meus dias, enquanto eu ainda estiver neste planeta.
É vero que não sou daqui, sempre me achei um ser extra-terrestre pois nunca me identificava com ninguém facilmente.
Sempre é difícil fazer amigos, quem dirá arranjar namorado e marido???
Cruzes!!!
Meu disco voador ficou em algum lugar mas não me lembro, o impacto foi tão forte que sofro com esse lapso de memória.
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